Se pensarmos bem, 2020 não é um ano muito distante dos nossos dias, e será quem estamos dispostos a experimentar aquilo que Philips tem apresentado como opções para habitação do futuro?
Ela propõe que podemos mobilizar as energias dos elementos naturais locais, como luz, vento e chuva, para sustentarmos nosso consumo próprio, ou seja, unidades auto-suficientes. Para isso usaríamos algum tipo de membrana articulada! Aparentemente os exteriores dos edifícios irão recurso funcionais e ativos chamado de “skins”, que reagirem com a nunca mudança do clima. As fachadas são construídas para que eles possam capturar a água da chuva (para usos domésticos e filtrados para beber), capturar a luz do sol (para eletricidade e aquecimento solar) e aproveitar os ventos (equilíbrio térmico).
A proposta parece interessante, mas o único devaneio é quando a Philips sugere que a ”membrana inteligente” não seja conectada às redes urbanas de abastecimento de água e luz. Será?
Deslumbre-se hoje, ou em 2020!


























































































